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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

A (in)justiça

 

 

Martin versus Alexandra

 

Ambos crianças. Ambos filhos retirados às mães. Ambos criados fora do ambiente familiar.

 

A Alexandra, criada com tanto amor numa familia que a amava incondicionalmente.

A mãe, alcoólica, de vida supeita, etc etc etc...

 

O Martin, filho de uma criança de 13 anos, foi-lhe retirado e mandado para a Instituição "Aboim Ascenção" em Faro, a 300 Kms da mãe biológica.

Agora, há dias, foi pedida pelo tribunal a adopção urgente do Martin.

É certo que a mãe é uma menina apenas, mas tem familia que está com ela nesta luta pelo menino. É normal vê-la acompanhada de irmã, mãe, pai, tios, etc.

 

A Alexandra foi entregue à mãe biológica, apesar de todas as provas de que tal entrega, eventualmente não seria benéfica para a menina tendo em conta que iria sair do país  para uma cultura completamente diferente daquela a que estava habituada e não falar uma palavra de russo. Mas, mesmo assim o colectivo de juizes achou que se deve dar, sempre, primazia à mãe biológica em detrimento de outros. E a Alexandra foi embora.

 

O Martin tem 3 anos. A mãe do Martin tem 15. É uma menina, eu sei. Mas é uma mãe também. Uma mãe que ama o seu filho. Não é rica, é verdade, mas tem condições para proporcionar ao Martin uma vida digna e com muito amor. Qual a razão para "adopção urgente"? Se não lhe querem entregar o Martin, porque não mantê-lo na Instituição (ou noutra até, mais perto da mãe) e esperar até a mãe do Martin seja maior, dona da própria vida e aí sim decidir a vida deles?

 

Porque é que a Justiça tem dois pesos e duas medidas para a mesma situação?

E já nem falo no "caso Esmeralda", que é sempre mais do mesmo.

 

 

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