... salvei uma vida.

Ok, foi só um louva a Deus
, mas não deixa de ser uma vida.
E o coitado andava à deriva no meio da estrada, com fortes possibilidades de ser esmagado.
Parabéns, Fá! E não estou a brincar! Isto está-me a parecer a história dos bichos de conta que eu salvo sempre que encontro um de pernas para o ar... das formigas que eu tento não pisar, das que consigo retirar das poças de lama, no Outono... é verdade! Está quase no tempo de surgirem as formigas aladas.
O espectáculo já não é tão exuberante quanto costumava ser há uns bons anos atrás, mas elas continuam a estar ligadas aos meus inícios de Outono!
Um abraço, Fá!
De
Fá a 24 de Setembro de 2009 às 17:02
Obrigada Poeta. Todos somos criaturas de Deus, não é?
Certo que não lhe mexi (não sou capaz) mas consegui afastá-lo para um relvado e dali já ele se desenrascou.
Beijinhos
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