. 6 meses de uma saudade im...
. Não está fácil... não mes...
. ...
A todos que por aqui passam, desejo um óptimo fim de semana.

(Imagem copiada da net)
Esta imagem faz-me lembrar um pouco o local para onde vou.
Beijinhos
... do Rafa
Domingo de manhã fomos às compras.
Na hora de pagar o Rafa atrasou-se. Estávamos já na fila da caixa, a colocar as compras no tapete.
O Ruben ia na frente, eu a seguir e entretanto uma senhora logo atrás começou também a colocar as compras dela.
Chega o Rafa e de cenho franzido diz alto e bom som para essa senhora: "E o meu lugai, onde é? Ai, ai" ![]()
A senhora, a rir, lá o deixou passar. Mas ainda lhe disse "deves ser fresco, deves"
E como, minha senhora, e como.
... o Ruben.
No Domingo, quando nos dirigíamos para carro, para mais uma ida ao parque:
- Bó Fá, eu sei em que lugar está o teu carro!
- Ai sabes? Em qual? pergunto intrigada.
- Está em perúltimo.
- Perúltimo?
- Sim, perúltimo, porque está antes do último.![]()
Ora-toma-que-é-para-não-teres-a-mania-que-só-tu-é-que-sabes.
... de falecimento
(Imagem copiada da net)
Venho por este meio, em nome do Ruben (que ainda não sabe, pensa que ele está a dormir, embora estranhe tanto sono), participar o falecimento do Chipo.
O pobre voou pela última vez para o céu dos passarinhos.
Adeus Chipo
DIVULGUE P/ OS SEUS AMIGOS
(imagem copiada da net)
... que até nem foi mau.
Incluiu uma visita ao meu local de eleição, sobre o qual já aqui falei. Houve também, como não podia deixar de ser, uma ida ao parque.
Depois foi hora de cumprir uma promessa feita ao Ruben há já algum tempo: comprar-lhe um passarinho. A escolha (de ambos) recaiu num belissimo pintassilgo.
Logo que chegámos a casa fui por a gaiola na varanda (que é fechada, senão...). O Ruben estava lá a admirar o passarinho quando de repente: "Bó Fá anda cá depressa. O passarinho fugiu"
. Não é possivel. Mas era. O bichinho tinha saído da gaiola (não sei como) e foi o cabo dos trabalhos conseguir apanhá-lo. Ainda deu luta, mas conseguimos pô-lo de volta na sua bela casinha.
Vamos esperar que a adaptação à nova casa seja rápida e que o seu alegre canto seja uma constante (diga-se de passagem que ainda não o ouvi cantar).
Entretanto houve alguma "discussão" acerca do nome para o passarinho. O Ruben gostava de Faísca, mas eu achava que ele tinha mais cara de Chico. Depois de alguma negociação ficou "Chipo" porque, segundo o Ruben, Chico é nome de pessoa.
Podia ser pior. lol.
O Rafa, na sua alergia aos animais quer é um peixinho.
. Vou ter que tratar disso na próxima oportunidade.
Ontem insistiram para que fosse eu a vestir-lhes os pijaminhas e pô-los na caminha.
O Ruben pediu que lhe lesse uma história e escolheu a "Dora".
Já entende que todos temos responsabilidades e que a dele é ir para a escolinha e a minha é ir trabalhar. Foi muito dificil, e demorou algum tempo ele aceitar e ficar sem chorar, mas agora porta-se como um homenzinho.É um orgulho.
Já o Rafa não aceitou muito bem o facto de eu ter que me vir embora. "Bó Fá tu domes na minha tama", então e tu? pergunto-lhe "eu domo no chão". Depois de alguma conversa, promessas de i ir buscar à escola, lá ficou. Vencido mas não convencido.
E eu de lá vim tranquila, de alma cheia e coração feliz.
Foi mais um fim-de-semana de alegria, cumplicidade, de entrega mútua. A minha e a deles.
E por serem assim, ficamos sempre, eu e eles, ansiosos pelo próximo.
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Esta noite sonhei com o Rafa.
E posso dizer que o sonho não foi nada agradável porque eu estava muito aflita e acordei mesmo a chamar por ele.
Hoje, como faço todas as manhãs, pergunto à minha filha se os meninos estavam bem se tinham passado bem a noite, etc.
Qual não é o meu espanto quando ela me diz que sim, mas que a meio da noite, o Rafa tinha acordado a chorar e a chamar por mim...
Achei uma estranha coincidência. Sei que entre nós há uma ligação muito forte, mas a este ponto?
"Prontos" eu saber, já sabia. Mas quando outros o confirmam é muito melhor.
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É uma pessoa com muitíssimo sentido de humor. Esta característica faz com que saia de forma airosa de um conjunto de situações, tornando a vida dos que o(a) rodeiam mais divertida e agradável. O seu equilíbrio emocional está, desta forma, garantido. Continue assim!
http://saude.sapo.pt/prevenir/artigos/geral/quizzes/ver.html?id=891813
(Imagem retirada de net)
Nostalgia
Nesse País de lenda, que me encanta,
Ficaram meus brocados, que despi,
E as jóias que plas aias reparti
Como outras rosas de Rainha Santa!
Tanta opala que eu tinha! Tanta, tanta!
Foi por lá que as semeei e que as perdi...
Mostrem-se esse País onde eu nasci!
Mostrem-me o Reino de que eu sou Infanta!
Ó meu País de sonho e de ansiedade,
Não sei se esta quimera que me assombra,
É feita de mentira ou de verdade!
Quero voltar! Não sei por onde vim...
Ah! Não ser mais que a sombra duma sombra
Por entre tanta sombra igual a mim!
Florbela Espanca
(Adoro os poemas da Florbela e hoje, não sei porquê, apeteceu-me)

(Imagem retirada da net)
É um ouriço que encontrámos no Sábado à noite.
E quase era atropelado quando atravessava a estrada, o pobre.
Eu, apesar de nada e criada no campo, há certas espécies que me "fazem espécie" como se diz por lá. Isto para dizer que me deu um certo trabalho conseguir metê-lo num saco (único recipiente (?) disponível) que trazia no carro.
Os meus tesouros saltavam e gritavam à volta dele. Claro, nunca tinham visto ao vivo um bichinho daqueles. Até porque os ouriços são muito ciosos da sua vidinha e só muito raramente se deixam ver.
Chegados a casa lá o "aprisionámos" num recipiente mais adequado.
Deixámos-lhe comidinha e fomos dormir a pensar como é que o iríamos encontrar na manhã seguinte.
O facto é que o Pikus tinha resistido à sua primeira noite em cativeiro e até comeu.
Como tinha casa para ele cogitámos a hipótese de o adoptar como "animal de estimação". Foi batizado e tudo...
Mas, depois de pensar melhor, decidimos devolvê-lo à liberdade. Afinal era um animal "selvagem" que teria, decerto, dificuldades em adaptar-se a uma vida de prisioneiro.
Depois de almoço fui, com os meus tesouros, deixar o Pikus num local de pouca passagem, na esperança de que ele se conseguisse esconder e, dessa forma, continuar a sobreviver por aquelas bandas.
Senti-me bem com a decisão que tomei, mas um nadita de mim gostaria de o ter trazido e ter tentado adaptá-lo à vida caseira. lol.
Quanto aos meus tesouros, deliraram com a "aventura" e com o facto de terem visto, ao vivo, um ouriço-cacheiro no seu ambiente natural.
É com pequenas coisas como esta, tão simples, que lhes tento incutir o gosto pelas suas raízes. A aldeia, as pessoas simples, a terra e os animais.